Y’a du Soleil à Vendre

A7Les enfants saD7/9vent des jeux

A7Innocents ou D7/9bêtes

A7Le soleil c’est C7comme F7du feu

Ils E7/5+leur fait tourner la Amtête

Une petite métisse
Balançant sa jupe
A travers les passants se glisse
Et crie comme une perruche

[REFRAIN:]

Y’a du soC7leil à F7vendre

Qu’il est E7chaud et qu’il est Abon

Et si j’étais marchande
Je gagnerais des millions

Elle danse sa jeunesse
Chante la folie
La chaleur de l’été la berce
Et la brûle comme un fruit

Presque femme encore enfant
Ange ou bien démon
Elle avance en se balançant
Que veut dire sa chanson

[REFRAIN]

Une petite métisse
Balançant sa jupe
A travers les passants se glisse
Et crie comme une perruche

Dou dou doui dou doui da da
Doui dou doui da da
Doui dou doui da pa pa pe doui
(Di) di douaï di dou doui di douaï

[REFRAIN]

Pas Tan d’Chichi Ponpon

original : Samba de Minha Terra
Guitare:D6/F# [2|X|0|2|0|0]Em7 [0|(2)|0|0|0|0]A7/9- [X|0|2|0|0|0]D6/F# [2|X|0|2|0|0]F° [1|X|0|1|0|X]

F#m7/5- [2|X|2|2|1|0]F#° [2|X|1|2|1|(2)]Em7 [0|(2)|0|0|0|0]A7/9- [X|0|2|0|0|0]D6/F# [2|X|0|2|0|0]
E7/9 [0|X|X|1|3|2]
D6/9/A [5|X|4|4|5|(5)]

[REFRAIN:]

Sur ton embarcaEm7dère pas tant d’chiA7/9-chi pomD6/F#pon

Quand tu te Em7cambres, tu sais qu’A7/9-tout est D6/F#bon {x2}

Dans le bleu de la mer pas tant d’chichi pompon
Quand tu te baignes, tu sais qu’tout est bon {x2}

Y en a assez comme F#m7/5-samba

F#°À jauger de l’omEm7brelle

Car ma pauvre caA7/9-beza

Va mourir au soD6/F#leil

Y en a assez comme F#m7/5-samba

F#°Moi ça va j’suis douilE7/9let

T’auras pas tata Em7t’samba

A7On ne peut plus danD6/9/Aser

[refrain]

T’écoutes dans les gouttes qui gouttent de ton corps
Quand sur la plage de la mer tu sors {x2}

Laisse les donc glisser de ta peau sur le sable
Et dessiner la forme de ton corps {x2}

Jusqu’à ce que la vague
Vienne tout effacer
Et ne laisse qu’un vague
Reflet de ta beauté

Jusqu’à l’année prochaine
Où tu reviendras bronzer
Ta jolie peau d’ébène
Quand je te chanterai :

[refrain]

Desafinado

DM7/F#Se você disser que eu desafiE7(9)no amor

Em7(9) Saiba que isso em mimFdim provoca F#m7(b5)imensa dorB7(b9)

Em7 Só privilegF#7iados têm BM7ouvido igual aB7(b9)o seu

E7(9) Eu possuo apenas o que Gm(b13)Deus me Gm(b13)sus4deu

Se você insiste em classificar
Meu comportamento de anti-musical
Eu mesmo mentindo devo argumentar
Que isto é bossa-nova, isto é muito natural

O que você não sabe nem sequer pressente
É que os desafinados também têm um coração
Fotografei você na minha Roleiflex
Revelou-se a sua enorme ingratidão

Só não poderá falar assim do meu amor
Este é o maior que você pode encontrar
Você com sua música esqueceu o principal
Que no peito dos desafinados
No fundo do peito bate calado
Que no peito dos desafinados
Também bate um coração

Bim Bom

Guitare :Bm11 [x|2|0|2|0|0]E7(♭9) [0|2|0|1|0|1]

Dm7Bim boG7m bim Dm7bim bomG7 bom

Dm7Bim boG7m bim Dm7bim bomG7 bim bC6/9om

Dm7Bim boG7m bim Dm7bim bomG7 bom

Dm7Bim boG7m bim Dm7bim bomG7 biBm11m bimE7(♭9)

Am7É só isso o meu Bm7baiaoE7(♭9)

Am7E nao tem mais Bm7nada nE7(♭9)ao

Am7O meu coraA7çao pediu asDm7sim, G7
{x2}

Dm7 Só bim C#7bom bim bom bim CM7bim

Águas de Março

https://www.boiteachansons.net/Partitions/Tom-Jobim/Aguas-de-Marco.php?ref=Tom%20Jobim

guitare :

B♭/A♭ [4|x|3|3|3|x]Gm6 [3|x|2|3|3|x]E♭m6/B♭ [2|x|1|3|1|x]B♭M7/F [1|x|3|2|3|x]
E7(9) [x|7|6|7|7|x]E♭M7(9) [x|6|5|7|6|x]A♭7(13) [4|x|4|5|6|x]B♭6(9) [6|x|5|5|6|x]

B♭sus [6|x|6|5|4|x]B♭7(9-) [6|x|6|4|3|x]C/E [x|7|5|5|8|x]E♭m6 [x|6|8|5|7|x]B♭6(9) [6|x|5|5|6|x]
B♭sus [6|x|6|5|4|x]B♭7(9-) [6|x|6|4|3|x]Em7(5°) [x|7|8|7|8|x]E♭m6 [x|6|8|5|7|x]B♭6(9) [6|x|5|5|6|x]

B♭/A♭É pau, é pedra, é o fim do caGm6minho,

É um resto de tE♭m6/B♭oco, é um pouco soB♭M7/Fzinho

É um caco de vE7(9)idro, é a vida, é o sE♭M7(9)ol,

É a noite, é a moA♭7(13)rte, é um laço, é o aB♭6(9)nzol

É peroba do cB♭susampo, B♭7(9-)é o nó da madC/Eeira,

Caingá, cE♭m6andeia, é o Matita B♭6(9)Pereira

É madeira de vB♭susento, B♭7(9-)tombo da ribancEm7(5°)eira,

É o mistério pE♭m6rofundo, é o queira ou naB♭6(9)o queira

É o vento ventando, é o fim da ladeira,
É a viga, é o vao, festa da cumeeira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira,
Das águas de março, é o fim da canseira

É o pé, é o chao, é a marcha estradeira,
Passarinho na mao, pedra de atiradeira
É uma ave no céu, é uma ave no chao,
É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pao

É o fundo do poço, é o fim do caminho,
No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
É um estrepe, é um prego, é uma ponta,
é um ponto, é um pingo pingando,

É uma conta, é um conto
É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando,
É a luz da manha, é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada,

É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
É o projeto da casa, é o corpo na cama,
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma ra,

É um resto de mato, na luz da manha
Sao as águas de março fechando o verao,
É a promessa de vida no teu coraçao
É uma cobra, é um pau, é Joao, é José,

É um espinho na mao, é um corte no pé
Sao as águas de março fechando o verao,
É a promessa de vida no teu coraçao
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma ra,

É um belo horizonte, é uma febre terça
Sao as águas de março fechando o verao,
É a promessa de vida no teu coraçao, É pau, é pedra,…